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Bibliografia

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acervo ABRADJIN
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Glossário
Anussim – judeus convertidos à força ao catolicismo.

Aparelhos de Contenção – aparelhos de torturas inquisitoriais usados para imobilizar os hereges.

Aparelhos de Mutilação – aparelhos de torturas inquisitoriais usados para destruir membros do corpo dos hereges.

Auto-de-Fé – cerimônias públicas onde eram lidas e executadas as sentenças do Tribunal do Santo Ofício.

Batismo Forçado – batismo que os católicos submeteram os judeus para que eles passassem a ser cristãos.

Chupá (Hupá) – pálio matrimonial (cobertura) que simboliza a casa do noivo, debaixo do qual se celebra a cerimônia do casamento.

Criptojudeu – designação dada aos judeus que praticavam sua fé, o judaísmo, em segredo, por causa da perseguição religiosa.

Cristão-Novo – designação dada em Portugal, Espanha e Brasil aos judeus convertidos ao cristianismo, em contraposição aos cristãos velhos.

Cristão-Velho – cristão que não tem antepassado judeu.

Estrela de David – (Escudo de David) estrela de seis pontas que simboliza o judaísmo.

Fogueira da Inquisição – método usado como punição/execução para pessoas consideradas culpadas pelo Tribunal do Santo Ofício e também instrumento de revelação pelo qual o réu teria dimensão
de seus pecados ou garantiria sua salvação espiritual.

Forquilha do herege – (Garfo do Herege) era uma vara de metal com dois pinos em ambas as extremidades, ligada a uma pulseira de couro em torno do pescoço. A forquilha superior era colocada
na parte carnuda embaixo do queixo, enquanto a outra extremidade escavava o osso do esterno, mantendo o pescoço esticado e a cabeça erguida o tempo todo. Este instrumento não perfurava
órgãos vitais, a perda de sangue era mínima e permitia que as vítimas falassem em voz quase inaudível nas cerimônias de abjuração. As vítimas geralmente morriam de privação do sono e fadiga.

Garra de Gato – (Pata de Gato) instrumento que era passado com violência no corpo da vítima amarrada, dilacerando-o completamente, atingindo inclusive músculos e ossos.

Garrote – poste de madeira com um colar de ferro ou de couro duro usado para apertar o pescoço da vítima progressivamente através de um parafuso, pressionando/lesando a coluna cervical.

Guilhotina para os pés – aparelho de uso comum durante os interrogatórios inquisitoriais, onde eram presos os pés da vítima, untados com azeite, e colocado fogo para queimar até arrancar a
confissão.

Hanuká – festa da dedicação (dedicação do Templo de Jerusalém) ou festa das luzes onde se acendem a Hanukiá em memória do milagre do azeite puro do Templo que não acabou durante a noite, mas
foi suficiente para oito noites.

Hanukiá – candelabro de nove braços (velas) que se usa na festa de Hanuká.

Herege – era considerada herege pelo Catolicismo a pessoa que não aceitasse ou não proferisse os dogmas da Igreja Católica Apostólica Romana.

Iad – (Yad) – ponteiro em forma de mão que serve para apontar o texto no Sefer Torá durante a leitura.

Inquisição – termo derivado da palavra inquirir. Foi um tribunal cristão, instituído pela Igreja Católica para inquirir ou averiguar pessoas acusadas de heresia.

Inquisidor – Juiz do Tribunal da Inquisição; membro do Santo Ofício que interrogava e arrancava, sob tortura, a confissão dos prisioneiros, até inverdades.

Judaísmo – a religião dos filhos de Israel, baseada na lei de Moisés e dos profetas.

Judeu – embora o termo derive etimologicamente de Judá, aplica-se por extensão aos patriarcas, matriarcas e a todos os descendentes de Jacó, assim como a todos os convertidos ao judaísmo.

Judiar – termo pejorativo significando maltratar, punir, amordaçar, oriundo das torturas da Inquisição.

Judiaria – bairro judeu; era a parte de uma cidade em que eram obrigados, por lei, a residir os judeus. Por extensão, o termo aplica-se a qualquer parte de um aglomerado populacional
habitado majoritária ou exclusivamente por pessoas de cultura judaica.

Keriá – (Keriyá) rasgar; ato de rasgar simbolicamente uma peça de roupa que a pessoa tem vestida, em sinal de luto, quando toma conhecimento do falecimento de um parente próximo.

Ketubá – recibo (registro); o contrato de casamento judaico.

Kipá – pequena cobertura para a cabeça dos homens, usada pelos judeus religiosos, obrigatória sobretudo para fazerem suas orações.

Marrano – termo pejorativo que significa “porco”, utilizado primeiramente em Espanha, e depois em Portugal, para designar judeus convertidos ao cristianismo e que continuaram a praticar em
segredo o judaísmo. Hoje é utilizado quase universalmente pelos historiadores para designar os judeus secretos ou criptojudeus.

Menorah – candelabro de sete braços.

Mezuzá – pequeno rolo de pergaminho que contém trechos sagrados da Torá e que é protegido por uma caixinha e pregado nos umbrais das portas de lares e estabelecimentos judaicos.

Pêssach – Páscoa, a festa que comemora o êxodo dos judeus do Egito, a sua identidade como povo e o surgimento de uma nação.

Polé – equipamento de tortura da inquisição no qual a vítima era amarrada pelos pés e pulsos e suspensa com pesos nos pés, deixando-a cair bruscamente sem tocar no chão.

Pôtro – espécie de cama de ripas na qual, ligado o réu com diferentes voltas de cordas nas pernas e nos braços, se apertavam as cordas com um arrocho, provocando asfixia ou cortando-lhe as
carnes.

Rolo da Torá – o rolo de pergaminho de couro em que se lê a Torá (Pentateuco) na sinagoga.

Sambenito – hábito de linho cru com uma cruz invertida na cor vermelha, também chamado de traje do herege. Era uma vestimenta que o Santo Ofício da Inquisição obrigava os condenados a usar
como uma forma de punição e difamação pública. O desenho das roupas e a cor variavam de acordo com o crime cometido ou a punição aplicada.

Santo Ofício – chamado Tribunal do Santo Ofício, era uma instituição eclesiástica de caráter “judicial”, que tinha por principal objetivo “inquirir heresias” – conhecido também como
Inquisição.

Sefaradita – judeu de origem peninsular (da Península Ibérica). O mesmo que sefardi.

Sêfer Torá – (Rolo da Torá) o rolo de pergaminho em que está escrito o Pentateuco. Ocupa um lugar de honra na sinagoga e serviços religiosos, pois nele se lê a porção semanal do Pentateuco.

Shabat – Sábado, sétimo dia semanal. Um dia de descanso e de enriquecimento espiritual. Nome que deriva do hebraico e quer dizer “descanso” – no sétimo dia da criação Deus descansou
(Gênesis).

Shavuot – “Semanas” – festa que os judeus celebram o dia em que Deus se revelou no monte Sinai e entregou a Torá ao povo judeu. Conhecida também como festa de Pentecostes, celebrada sete
semanas depois da Páscoa. Comemora também a colheita das primícias de trigo.

Shofar – chifre de animal “cacher” utilizado como instrumento de sopro; são muito utilizados os chifres de antílope e de carneiro.

Sinagoga – é um termo grego designando “assembléia”; local destinado à realização de orações públicas. Em português antigo designava-se por “esnoga” e esse termo é usado ainda hoje pelos
judeus sefarditas de Portugal.

Sucá – Literalmente “cabana”; cabana com teto de folhagem usada na festa de Sucot (Festa das Cabanas), para lembrar a proteção divina durante os 40 anos que o povo judeu peregrinou no
deserto. Também chamada Festa dos Tabernáculos.

Sucot – Festa das Cabanas também chamada de Festa dos Tabernáculos.

Talit – espécie de xaile (xale) que os judeus usam sobre as suas vestes durante o serviço religioso matinal, em cujos quatro cantos estão colocadas franjas compridas, chamadas “Tsitsit”, que
se destinam a lembrar os mandamentos.

Tefilin – duas caixas pretas em forma de cubos de couro, uma para ser colocada na cabeça e a outra no braço esquerdo; contém pequenos rolos de pergaminho com passagens bíblicas da Torá; são
usadas durante as rezas matinais.

Torá – Literalmente “guia”, “orientação”, “instrução”, “Lei”. É o escrito mais sagrado do judaísmo. Manual de vida outorgado por Deus a Moisés com suas instruções, e transmitido ao longo das
gerações. Também conhecido como Pentateuco (os cinco livros chamados a Lei de Moisés).

Torre do Tombo – é o Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT) e está em Portugal. O Arquivo Nacional, antes Arquivo Geral do Reino, remonta às origens do Estado português. Nos finais do
século XIII, Lisboa passou a ser a principal cidade do reino e nela se começou a preparar um depósito para documentos, situado numa das torres do Castelo de S. Jorge. Esta torre conservaria
os documentos régios até ao terremoto de 1755. Os arquivos nacionais ocuparam posteriormente vários espaços, como o Mosteiro de S. Bento. Hoje o ANTT está localizado em um edifício na Cidade
Universitária. Nesse Arquivo estão os processos das pessoas investigadas e declaradas culpadas pelo Tribunal do Santo Ofício.

Verdugo – indivíduo responsável pela execução da pena de morte ou de outros castigos corporais; carrasco, algoz, indivíduo cruel, que inflige maus-tratos a alguém.

Yom Kipur – Dia do Perdão; o dia mais significativo do ano religioso judaico, dia de jejum e de penitência, em que as pessoas se arrependem dos pecados praticados durante o ano que passou e tomam boas decisões para o futuro, após serem perdoadas das suas falhas, neste dia, por Deus.